quarta-feira, 17 de abril de 2013

EXPRESSÃO MÁGICA QUE FASCINA A MAÇONARIA


EXPRESSÃO MÁGICA QUE FASCINA A MAÇONARIA

Antônio do Carmo Ferreira *
O 1º Livro de Reis, inserto no Velho Testamento, contém a história da construção do
Templo de Salomão. Aprecio bastante renovar a leitura desse livro, demorando-me na passagem
que narra a conclusão da borá.
O Grande Arquiteto havia ordenado a Davi a construção do Templo que serviria de
ponto aonde os humanos iriam para encontrarem-se com o Senhor (I Reis 5,5). O Templo,
portanto, a casa do Divino. Já estava construído: pedra, madeira, tecidos, ouro ..., mas faltava algo
que justificasse a presença de Deus.
Os sacerdotes, inspirados pelo Altíssimo, tendo à frente o próprio Salomão, trouxeram a Arca da
Aliança e dentro dela colocaram as duas Pedras da Lei. Ah! As duas pedras, expondo os mandamentos! (I Reis 8, 6-
8).
Posta no Santo dos Santos a Arca da aliança de Deus com os humanos, os sacerdotes nem puderam
comemorar o feito, porque uma NÉVOA preencheu o Templo, identificando o presença do Grande Arquiteto (I
Reis 8, 10-11).
A ação maçônica se maravilha ao referir-se ao Templo, construído sob o reinado de Salomão. O uso da
expressão parece-lhe uma magia. Até os menos avisados arriscam uma origem da Ordem nessa Construção,
fazendo-se míope às raízes fincadas no medievo inglês que é a gênese real.
De tantos pensarem assim, montou-se um dos grandes momentos maçônicos a partir do teatro hirâmico
e se incluiu, na cerimônia de posse dos dirigentes das Oficinas, uma prece a Deus, rogando que Ele conceda ao
empossado um pouquinho das bênçãos com que Salomão foi cumulando em sua unção de poderoso rei.
O maçom é o agente da maçonaria, cuja proposta é “levantar templos à virtude”. Foi instituída para isto.
E o maçom é estruturado neste sentido. O apóstolo Paulo, ao escrever aos Coríntios, fala sobre isto, destacando que
o nosso corpo é templo de Deus (I Cor 3, 16). Sem dúvida, um templo, constituído das mesmas matérias que
obedientes a outras combinações seriam pedra, cal, ouro, tecido.... Mas e a Névoa, irmãos? Para que Ela venha, é
necessário preparar o caminho, encontrar as “Pedras”, entronizá-las no coração, sob as “asas dos querubins” do
amor a Deus e do amor do próximo, os dois novos mandamentos que nos foram dados (Mateus 22, 37-40). A busca
de sua prática será a rotina do maçom em seu dia-a-dia, para que a “Névoa” preencha o “santos dos santos” do
Templo que ele é.
O entendimento sugere que o simples vestir do avental ainda é pouco. É necessário, todavia não o
suficiente. É apenas a “fé” a que se refere o apóstolo Tiago. Mas não basta. Clama pelas obras (Tiago 2, 14-17).
Enfim, lembremo-nos de que o Templo de Salomão” é magia, cuja construção, no entanto, é que inspira e fascina a
vida maçônica.


Fonte: Informativo da Associação Brasileira de Imprensa Maçônica (INFORMABIM) número 196, datado de 15 de agosto de 2007.
* Grão-Mestre do Grande Oriente Independente de Pernambuco e Presidente da Associação Brasileira de Imprensa Maçônica. Acadêmico. Palestrante.

Visita


Visita

Na sexta-feira, dia 19 de abril, estará em Recife, em visita ao
GOIPE, o mui ilustre Irmão ANTÔNIO BEZERRA, Soberano Grão-Mestre do Grande Oriente Amazonense, que será recepcionado no aeroporto dos Guararapes pelo Ir MI Djacy Veras, Grande Procurador Geral.

À noite, o Soberano Ir do Amazonas será recepcionado em Sessão Especial
pela Loja máter 01 do GOIPE - ARLS Grande Benemérita Defensores da Lei - que tem como Venerável o Ir MI Luiz Florentino.

A Potência estará representada pelo Sapiente  Presidente da PALM - Ir Antônio Azevedo Santos, considerando que os Grão-Mestres Antônio do Carmo e Guilherme de Queiroz encontrar-se-ão em Poção, nas cerimônias de Filiação da Loja Aurora do Capibaribe.

O Grão-Mestre Antônio do Carmo solicita a presença dos irmãos, na Loja Defensores da Lei, para tão importante encontro fraternal, que decerto mais estreitará os laços de amizade entre as duas Potências maçônicas.


Titulo


Meus Irmãos,

Nesta noite, no salão nobre do Palácio Joaquim Nabuco, Edifício sede do Poder Legislativo do Estado, com o plenário completamente lotado, ocorreu Majestosa solenidade de outorga, merecidamente concedida, por relevantes serviços prestado ao Estado e seu povo, a entrega do Título de Cidadão Pernambucano ao honroso Ir.: Malaquias Ancelmo de Oliveira, obreiro da A.R.L.S Mensageiros da Luz - GOIPE, que proferiu emocionado discurso, sendo aplaudido de pé.

Presença do G.: M.: e vários Irmãos maçons, autoridades civis e militares.


Foi uma noite memorável, para todos.

Parabéns, conterrâneo Malaquias.

Um T.:F.:A.:

Marcos André  

terça-feira, 16 de abril de 2013


COM PUXADINHOS, SEM ESPERANÇA
Irm Antônio do Carmo Ferreira



Em 1888, houve um esforço muito grande, para se extinguir a escravidão no Brasil. Até que chegou a ser sancionada, em 13 de maio daquele ano, uma lei, a de nº 3.353, após acirradas discussões na Câmara Nacional, a partir da Sessão de 8 de maio, quando o projeto foi apresentado, até a sua votação final, em que obteve a aprovação de 85 votos favoráveis e nove contrários, tendo sido a votação encaminhada por Joaquim Nabuco com as seguintes palavras:
“Eu desejava que no peito de cada Deputado brasileiro batesse o coração, como neste momento pulsa o meu, para que a Câmara se elevasse à altura do governo libertador”.
Havia naquela oportunidade um pouquinho mais de 600 mil escravos. Eles tinham onde morar e a comida (releia-se Casa Grande e Senzala, de Gilberto Freyre); tinham um nome (quando fugiam, eram identificados pelo Exército Nacional e recambiados à senzala e açoitados); tinham uma família (veja-se o drama da separação em A Cabana do Pai Tomás, também vivenciado no Brasil). E havia sobretudo uma vontade política de libertação, externada na ação de muitos vultos, dentre eles “o grande Joaquim Nabuco, a voz vibrante do abolicionismo no Congresso”.
Quero ressaltar que Nabuco não desejava apenas livrar o homem dos grilhões da escravidão. Seu projeto era mais significativo, de uma dimensão muito maior e mais abrangente. Era preciso dar ocupação digna àqueles tantos que alcançavam a liberdade. Um pedaço de terra, por exemplo, mas ao mesmo tempo o amparo com o qual se tornasse possível a sua exploração produtiva. A existência dos ingredientes com que se tornasse definitiva a liberdade.
Isto era como uma vontade coletiva. Projeto do Senador Dantas revela tal assertiva, basta ver a seguinte passagem:
“Art 1º ...
             § 3º - O governo fundará colônias agrícolas para a educação de   ingênuos   (crianças   negras
libertadas pela Lei de 28.09.1871), trabalho de libertos, à margem de rios navegáveis, das estradas e do litoral”.
E exatamente porque a vontade política foi inibida,  a ação libertadora ficou inconclusa, gerando uma dívida bicentenária que se quer pagar com a invenção de cotas e outros puxadinhos ...
Dívida que continuará inconclusa,  muito agravada, com sinais evidentes de que tende a crescer. Porque, hoje, a fonte migrou para um mal chamado analfabetismo, filho dileto da ignorância – a mãe de todos os vícios. O analfabetismo se alia à baixa qualidade do ensino público, fomentando uma escravidão mais perversa que a de 1888, quando eram 600 mil os escravos. Em nossos dias, são mais de 30 milhões sem nome (milhões e milhões não têm o registro de nascimento); sem família; doentes; roubando para comer ou até matando na disputa por restos de comida das lixeiras; sem ter sequer uma senzala, dormindo sob marquises ou abrigando-se debaixo dos viadutos.
Tudo isto por falta de vontade política. Reporto-me ao Plano Nacional de Educação II que contém metas e oferece meios para combater esse estado de coisas, e que se encontra encalhado no Senado, aonde chegou desde a primavera de 2012, tendo sido recebido na Câmara Federal em novembro de 2010, com vigência prevista para ter início em janeiro de 2011, dado que o PNE 1 se exauriu no fim do ano anterior.
Por que tanta má vontade com a educação dos brasileiros e tanto desrespeito para com a nossa Constituição Federal que estabelece, em seu Art.205 ser a educação  um direito de todos ? Sabido que a educação é a força sem a qual não se constrói o progresso de um povo, nem o seu bem estar, sem ela chegamos hoje a um estado de escravidão  pior que em 1888. Muito pior, porque com um contingente quintuplicado, e sem Patrocínio, sem José Mariano, sem Rui, sem Castro Alves, sem João Alfredo, sem Nabuco, sem esperança

segunda-feira, 15 de abril de 2013

ADESG


Temos a satisfação de registrar a nomeação do Doutor MARCOS CABRAL, para o honroso cargo de Delegado, em Pernambuco, da Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra.- ADESG. Trata-se de um maçom do Grande Oriente Independente de Pernambuco, onde exerce com admiráveis resultados o cargo de  Ministro  da  Educação  e  Cultura,  fazendo parte da alta direção da COMAB, nas funções de Diretor da ENAEM. Foi Secretário de Justiça de Pernambuco. É Procurador do Estado. E possui o Curso da Escola Superior de Guerra. Escreve em agradável estilo e seus artigos podem ser apreciados na revista A Trolha (nacional) e nos jornais maçônicos de Pernambuco. Sucesso, imortal acadêmico e irmão Marcos Cabral nessa nova função para a qual tão merecidamente foi convocado!

Movimento internacional de conscientização para o  controle do câncer de mama , o Outubro Rosa foi criado no início da década de 1990 pela...