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sexta-feira, 19 de abril de 2013
quarta-feira, 17 de abril de 2013
EXPRESSÃO MÁGICA QUE FASCINA A MAÇONARIA
EXPRESSÃO MÁGICA QUE FASCINA A MAÇONARIA
Antônio do Carmo Ferreira *
O 1º Livro de Reis, inserto no Velho Testamento, contém a história da construção doTemplo de Salomão. Aprecio bastante renovar a leitura desse livro, demorando-me na passagem
que narra a conclusão da borá.
O Grande Arquiteto havia ordenado a Davi a construção do Templo que serviria de
ponto aonde os humanos iriam para encontrarem-se com o Senhor (I Reis 5,5). O Templo,
portanto, a casa do Divino. Já estava construído: pedra, madeira, tecidos, ouro ..., mas faltava algo
que justificasse a presença de Deus.
Os sacerdotes, inspirados pelo Altíssimo, tendo à frente o próprio Salomão, trouxeram a Arca da
Aliança e dentro dela colocaram as duas Pedras da Lei. Ah! As duas pedras, expondo os mandamentos! (I Reis 8, 6-
8).
Posta no Santo dos Santos a Arca da aliança de Deus com os humanos, os sacerdotes nem puderam
comemorar o feito, porque uma NÉVOA preencheu o Templo, identificando o presença do Grande Arquiteto (I
Reis 8, 10-11).
A ação maçônica se maravilha ao referir-se ao Templo, construído sob o reinado de Salomão. O uso da
expressão parece-lhe uma magia. Até os menos avisados arriscam uma origem da Ordem nessa Construção,
fazendo-se míope às raízes fincadas no medievo inglês que é a gênese real.
De tantos pensarem assim, montou-se um dos grandes momentos maçônicos a partir do teatro hirâmico
e se incluiu, na cerimônia de posse dos dirigentes das Oficinas, uma prece a Deus, rogando que Ele conceda ao
empossado um pouquinho das bênçãos com que Salomão foi cumulando em sua unção de poderoso rei.
O maçom é o agente da maçonaria, cuja proposta é “levantar templos à virtude”. Foi instituída para isto.
E o maçom é estruturado neste sentido. O apóstolo Paulo, ao escrever aos Coríntios, fala sobre isto, destacando que
o nosso corpo é templo de Deus (I Cor 3, 16). Sem dúvida, um templo, constituído das mesmas matérias que
obedientes a outras combinações seriam pedra, cal, ouro, tecido.... Mas e a Névoa, irmãos? Para que Ela venha, é
necessário preparar o caminho, encontrar as “Pedras”, entronizá-las no coração, sob as “asas dos querubins” do
amor a Deus e do amor do próximo, os dois novos mandamentos que nos foram dados (Mateus 22, 37-40). A busca
de sua prática será a rotina do maçom em seu dia-a-dia, para que a “Névoa” preencha o “santos dos santos” do
Templo que ele é.
O entendimento sugere que o simples vestir do avental ainda é pouco. É necessário, todavia não o
suficiente. É apenas a “fé” a que se refere o apóstolo Tiago. Mas não basta. Clama pelas obras (Tiago 2, 14-17).
Enfim, lembremo-nos de que o Templo de Salomão” é magia, cuja construção, no entanto, é que inspira e fascina a
vida maçônica.
Fonte: Informativo da Associação Brasileira de Imprensa Maçônica (INFORMABIM) número 196, datado de 15 de agosto de 2007.
* Grão-Mestre do Grande Oriente Independente de Pernambuco e Presidente da Associação Brasileira de Imprensa Maçônica. Acadêmico. Palestrante.
Visita
Visita
Na sexta-feira, dia 19 de abril, estará em Recife, em visita ao
GOIPE, o mui ilustre Irmão ANTÔNIO BEZERRA, Soberano Grão-Mestre do Grande Oriente Amazonense, que será recepcionado no aeroporto dos Guararapes pelo Ir MI Djacy Veras, Grande Procurador Geral.
À noite, o Soberano Ir do Amazonas será recepcionado em Sessão Especial
pela Loja máter 01 do GOIPE - ARLS Grande Benemérita Defensores da Lei - que tem como Venerável o Ir MI Luiz Florentino.
A Potência estará representada pelo Sapiente Presidente da PALM - Ir Antônio Azevedo Santos, considerando que os Grão-Mestres Antônio do Carmo e Guilherme de Queiroz encontrar-se-ão em Poção, nas cerimônias de Filiação da Loja Aurora do Capibaribe.
O Grão-Mestre Antônio do Carmo solicita a presença dos irmãos, na Loja Defensores da Lei, para tão importante encontro fraternal, que decerto mais estreitará os laços de amizade entre as duas Potências maçônicas.
Titulo
Meus Irmãos,
Nesta noite, no salão nobre do Palácio Joaquim Nabuco, Edifício sede do Poder Legislativo do Estado, com o plenário completamente lotado, ocorreu Majestosa solenidade de outorga, merecidamente concedida, por relevantes serviços prestado ao Estado e seu povo, a entrega do Título de Cidadão Pernambucano ao honroso Ir.: Malaquias Ancelmo de Oliveira, obreiro da A.R.L.S Mensageiros da Luz - GOIPE, que proferiu emocionado discurso, sendo aplaudido de pé.
Presença do G.: M.: e vários Irmãos maçons, autoridades civis e militares.
Nesta noite, no salão nobre do Palácio Joaquim Nabuco, Edifício sede do Poder Legislativo do Estado, com o plenário completamente lotado, ocorreu Majestosa solenidade de outorga, merecidamente concedida, por relevantes serviços prestado ao Estado e seu povo, a entrega do Título de Cidadão Pernambucano ao honroso Ir.: Malaquias Ancelmo de Oliveira, obreiro da A.R.L.S Mensageiros da Luz - GOIPE, que proferiu emocionado discurso, sendo aplaudido de pé.
Presença do G.: M.: e vários Irmãos maçons, autoridades civis e militares.
Foi uma noite memorável, para todos.
Parabéns, conterrâneo Malaquias.
Um T.:F.:A.:
Marcos André
terça-feira, 16 de abril de 2013
COM PUXADINHOS, SEM ESPERANÇA
Irm Antônio do Carmo Ferreira
Em 1888, houve
um esforço muito grande, para se extinguir a escravidão no Brasil. Até que
chegou a ser sancionada, em 13 de maio daquele ano, uma lei, a de nº 3.353,
após acirradas discussões na Câmara Nacional, a partir da Sessão de 8 de maio,
quando o projeto foi apresentado, até a sua votação final, em que obteve a
aprovação de 85 votos favoráveis e nove contrários, tendo sido a votação
encaminhada por Joaquim Nabuco com as seguintes palavras:
“Eu desejava que no peito de cada Deputado
brasileiro batesse o coração, como neste momento pulsa o meu, para que a Câmara
se elevasse à altura do governo libertador”.
Havia naquela
oportunidade um pouquinho mais de 600 mil escravos. Eles tinham onde morar e a
comida (releia-se Casa Grande e Senzala, de Gilberto Freyre); tinham um nome
(quando fugiam, eram identificados pelo Exército Nacional e recambiados à
senzala e açoitados); tinham uma família (veja-se o drama da separação em A Cabana do Pai Tomás, também
vivenciado no Brasil). E havia sobretudo uma vontade política de libertação,
externada na ação de muitos vultos, dentre eles “o grande Joaquim Nabuco, a voz vibrante do abolicionismo no
Congresso”.
Quero
ressaltar que Nabuco não desejava apenas livrar o homem dos grilhões da
escravidão. Seu projeto era mais significativo, de uma dimensão muito maior e
mais abrangente. Era preciso dar ocupação digna àqueles tantos que alcançavam a
liberdade. Um pedaço de terra, por exemplo, mas ao mesmo tempo o amparo com o
qual se tornasse possível a sua exploração produtiva. A existência dos
ingredientes com que se tornasse definitiva a liberdade.
Isto era como
uma vontade coletiva. Projeto do Senador Dantas revela tal assertiva, basta ver
a seguinte passagem:
“Art 1º ...
§ 3º - O governo fundará colônias agrícolas para a educação de ingênuos
(crianças negras
libertadas pela Lei de 28.09.1871), trabalho
de libertos, à margem de rios navegáveis, das estradas e do litoral”.
E exatamente porque a vontade
política foi inibida, a ação libertadora
ficou inconclusa, gerando uma dívida bicentenária que se quer pagar com a
invenção de cotas e outros puxadinhos ...
Dívida que
continuará inconclusa, muito agravada,
com sinais evidentes de que tende a crescer. Porque, hoje, a fonte migrou para
um mal chamado analfabetismo, filho dileto da ignorância – a mãe de todos os
vícios. O analfabetismo se alia à baixa qualidade do ensino público, fomentando
uma escravidão mais perversa que a de 1888, quando eram 600 mil os escravos. Em
nossos dias, são mais de 30 milhões sem nome (milhões e milhões não têm o
registro de nascimento); sem família; doentes; roubando para comer ou até
matando na disputa por restos de comida das lixeiras; sem ter sequer uma
senzala, dormindo sob marquises ou abrigando-se debaixo dos viadutos.
Tudo isto por
falta de vontade política. Reporto-me ao Plano Nacional de Educação II que
contém metas e oferece meios para combater esse estado de coisas, e que se
encontra encalhado no Senado, aonde chegou desde a primavera de 2012, tendo
sido recebido na Câmara Federal em novembro de 2010, com vigência prevista para
ter início em janeiro de 2011, dado que o PNE 1 se exauriu no fim do ano
anterior.
Por que tanta
má vontade com a educação dos brasileiros e tanto desrespeito para com a nossa
Constituição Federal que estabelece, em seu Art.205 ser a educação um direito de todos ? Sabido que a
educação é a força sem a qual não se constrói o progresso de um povo, nem o seu
bem estar, sem ela chegamos hoje a um estado de escravidão pior que em 1888. Muito pior, porque com um
contingente quintuplicado, e sem Patrocínio, sem José Mariano, sem Rui, sem
Castro Alves, sem João Alfredo, sem Nabuco, sem esperança
segunda-feira, 15 de abril de 2013
ADESG
Temos a
satisfação de registrar a nomeação do Doutor MARCOS CABRAL, para o honroso
cargo de Delegado, em Pernambuco, da Associação dos Diplomados da Escola
Superior de Guerra.- ADESG. Trata-se de um maçom do Grande Oriente Independente
de Pernambuco, onde exerce com admiráveis resultados o cargo de Ministro
da Educação e
Cultura, fazendo parte da alta
direção da COMAB, nas funções de Diretor da ENAEM. Foi Secretário de Justiça de
Pernambuco. É Procurador do Estado. E possui o Curso da Escola Superior de
Guerra. Escreve em agradável estilo e seus artigos podem ser apreciados na
revista A Trolha (nacional) e nos jornais maçônicos de Pernambuco. Sucesso,
imortal acadêmico e irmão Marcos Cabral nessa nova
função para a qual tão merecidamente foi convocado!
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